Somos cheios de manias e aprendizados, dos quais não nos damos conta. Em relação a estabelecer metas, por exemplo. Geralmente, de forma inconsciente ou até consciente, temos medo de colocar no papel nossos objetivos, sonhos, desejos e metas. Sentimos que seremos obrigados a fazer aquilo e que se tornará um peso. Ou pior, sentimos que é melhor não sonhar, porque se não conseguirmos alcançar, a frustração será enorme. Pode até ser. Mas não precisa.

O objetivo de organizar e planejar o trabalho é sentir-se mais relaxado, criativo e feliz. A idéia é conseguir tirar da cabeça os pensamentos e transformar (o que realmente valer a pena) em realidade. A intenção, geralmente, é realizar sonhos, ser reconhecido pelos seus talentos únicos e oferecer ao mundo o melhor que você tem, através de um trabalho profissional e responsável. Onde erramos?

Geralmente, quando fazemos um relatório de análise de inteligência emocional, o cliente fica um pouco frustrado. No final das contas, gostamos dos aplausos e enxergar as debilidades não é uma tarefa fácil. Agora, vamos ser realistas. O quanto nós somos estimulados, desde crianças, a desenvolvermos nossa inteligência emocional?

Há algum tempo atrás li um livro chamado "Mais Platão e menos prozac". Já leu? Se você é um profissional de atendimento deveria ler! O que me marcou nesse livro foi a primeira parte. Achei a comparação fantástica. O autor compara as diversas estratégias de atendimento. Ele fala da psiquiatria, da psicologia e da filosofia. Das diferentes abordagens e do que realmente importa num atendimento.