A vida muda e a gente muda o tempo inteiro. Quase nada é definitivo. Mas precisamos tomar uma decisão como se fosse para sempre, para vivermos as riquezas e a paz das escolhas feitas, com a clareza das perdas que farão parte do pacote. Não há decisão sem perda e quando tentamos não perder nada ou não desagradar à ninguém, acabamos traindo a nós mesmos e vivendo à margem da vida que poderíamos viver.

Geralmente, quando fazemos um relatório de análise de inteligência emocional, o cliente fica um pouco frustrado. No final das contas, gostamos dos aplausos e enxergar as debilidades não é uma tarefa fácil. Agora, vamos ser realistas. O quanto nós somos estimulados, desde crianças, a desenvolvermos nossa inteligência emocional?